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Índice

1. Invariantes da sociedade portuguesa
  Debilidades e vícios da portugalidade
  A morosidade da justiça
  A educação: altos custos para uma baixa eficiência
  Mentalidades: medo, inveja, não-inscrição
  A «inveja de iate»
  O centralismo de Lisboa
2. Coesão social na sociedade portuguesa
  O «tempo europeu»
  Sintomas de quebras de coesão social
  O fosso entre ricos e pobres
  O centro demográfico de Portugal
  Coesão no meio universitário
3. A Medicina Dentária em Viseu
  A Universidade Católica Portuguesa numa aposta para o Interior
  As novas escolas da UCP em Viseu nos finais da década de 90
  A patente Heinet
4. Um curso de Arquitectura Tradicional e Urbanismo em Viseu
  Uma ligação fundacional
  A reconquista do espaço sagrado
  Nascimento e morte da arquitectura tradicional em Viseu
5. À mulher de César não basta ser séria …
  Eficiência no empreendimento das novas escolas em Viseu
  O focal e o subsidiário
  Necessidade de inovação no mundo académico português
  O excessivo na qualidade da acção
  A temporalidade das dificuldades financeiras
  O romper com o ethos académico
  Inversão de valores universitários
  O local e o global no mundo académico e na ciência
6. Um papel para a ciência na coesão social em Portugal
  Marcas culturais na ciência europeia
  Semelhanças e diferenças na ciência cultivada por países europeus
  Debilidades da ciência portuguesa como uma “cola” social
  A ciência e o tempo da história
7. Um papel para a ciência no fomento da coesão social de “Lisboa” a Portugal
  O papel da convivialidade na formação do conhecimento tácito
  O desmantelamento da Escola de Medicina de Lisboa em 1947
  A ocidentalidade na ciência europeia
  Haverá um papel para a ciência portuguesa no fomento da coesão social de Lisboa a Portugal?
  UCP/Viseu uma escola universitária “futurível” para o ensino do conhecimento tácito
8. O conhecimento tácito: do mundo animal ao conhecimento pessoal
  Fazer sentido da realidade: da lógica à intuição
  Michael Polanyi: um filósofo ou um cientista com intuições filosóficas?
  Haverá conhecimento humano nos primeiros estádios de uma descoberta?
  O conhecimento tácito, característica do humano ou também do animal?
  Haverá uma fundamentação psicobiológica para a aprendizagem tácita?
  Qual o papel da pessoa no conhecimento que lhe provém do contacto com o mundo?
  Uma realidade a descobrir deve afectar o conhecimento que dela vamos ter?
  O suplantar no conhecimento humano incertezas e inexactidões
  Construir e alimentar uma escola de pensamento e acção
9. O conhecimento tácito e as linguagens
  A matematização da natureza e o conhecimento humano
  Limitações da linguagem verbal
  No ensino das crianças o importante são as coisas não as palavras
  O papel dos contextos na educação da criança
  As linguagens artísticas
  A aprendizagem tácita na formação de um artista
  A linguagem religiosa
10. O conhecimento tácito e as duas culturas
  Corporalização do contacto com a realidade
  Fosso ou continuidade entre as duas culturas?
  O caso das sociedades britânicas
11. Quod vadis Portugal?
  Quocientes epistémicos das culturas europeias
  A «jangada» da ciência em Portugal e o Leste Europeu
  A «jangada» dos modelos económicos milagrosos em Portugal
  A «jangada» da educação em Portugal
Palavras Finais